“Sim, ele lá estava, o Carnaval. Nos cabeçudos que podem assustar os garotos mais pequenos, mas que o fazem rir a si, nas bandas de música e nos “Zés Pereiras”, na cor dos fatos e das máscaras.”
In Catálogo do Carnaval de 1961, da autoria de António Augusto Sales e de Trancredo Alberto Costa

Não deixa de ser curioso que os cabeçudos – um elemento indispensável no Carnaval de Torres – apareçam nos primeiros documentos iconográficos. Originariamente feitos de pasta de papel nunca deixaram de engrossar, adquirir novas e mais diversificadas roupagens e de desenvolver o seu acompanhamento musical – sempre grupos de Zés Pereiras.
Cabeçudos
Rainha
>>> por Slingshot <<<